Pense em fechar seus olhos, o que você vê? Luzes? Escuridão? Ou uma luz vermelha? Eu vejo dor, impotencia, e... vontade de fazer algo. Ninguém aguenta esperar para sempre que ela passe. E ela não se vai para nunca mais voltar. Ela volta. E volta. E volta. E nunca deixa de voltar.
Mas...e se eu dizer que não me rendo? Que nunca vou me render? Eu quero e vou continuar. Por mais que doa, nunca vi ninguém morrer de dor de cotovelo, de dor de joelho,... Não me importo que nunca passe, eu me acostumo. Mas não vou sentar e esperar que desapareça. Pode ser grave; pode não ser. Não importa, não entende? Eu não posso parar...se paro, morro! E não é drama, é sentimento de dependência. Química, psíquica, física, tudo.
Sou eu, e você faz parte de mim. Não vou desistir de você, prometo... e mais, prometo que cumpro minha promessa! Faz sentido? Enfim, não importa o que aconteça, não sou sua, mas você é meu, e prometo que cuido dela por você. E se não der? Se não der...não importa (denovo)! A dor vem, a dor fica, a dor passa, e volta de novo. Ciclo vicioso, sabe como é, nem Ameba quebra...é a vidá! E vidá com acento no 'á'.
Chega. Cansei. Falei de mais. Muito mais do que devia. Ou não...tinha mais coisa pra falar. Mas, sei lá, cansei. Fui! Fui? É, fui!
~~Adios....
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terça-feira, 11 de setembro de 2012
Diálogo: underneath side.
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segunda-feira, 30 de julho de 2012
Chain. Chance. Change.
A mudança. Tão temida, tão bem vinda. Transforma a tudo que toca, seja cadeira, corpo, mente, alma.
Ela vem assim, mandriosa, inesperada, aterradora, transformista inevitável, metamorfose bem vinda.
Chega quando menos se quer, porém quando mais se espera, se acomode e verá, seu mundo de cabeça pra baixo. É ela, languida como só ela pode ser, parece nuvem, parece sombra, parece chuva, que no fim, no fim mesmo, esconde um arco-íris de esperança.
É ela que faz o mundo girar, se dependesse de nós, reles humanos, a Terra seria quadrada, estática, acomodada.
Primeiro vem a promessa, de que um dia, tudo mudará, depois vem a mudança, pouco a pouco mas ela chega, carregada pelos suspiros e sonhos sussurrados ao vento, e por fim, chega aquela, esplendorosa e impactante, a evolução, que faz surgir novos suspiros e sonhos de serem como ele, o ser evoluído, e assim, nesse ciclo vicioso, o mundo gira, sem parar, desesperado por uma mudança, como um selvagem preso nas correntes de seu próprio pensamento primitivo, preconceituoso, petrificado e enclausurado, o louco em sua forma mais pura, que procura uma chance, só uma, de quebrar suas correntes e fugir, desesperado, a procura de um novo mundo, mais claro, mais limpo, melhor.
Não digo que mudei, longe disso, mas eu quero, do fundo do meu ser, e quem sabe não é essa vontade que me libertará de meus preconceitos e medos, dessa minha gula pelo estável, dessa minha hipocrisia solúvel?
Ela vem assim, mandriosa, inesperada, aterradora, transformista inevitável, metamorfose bem vinda.
Chega quando menos se quer, porém quando mais se espera, se acomode e verá, seu mundo de cabeça pra baixo. É ela, languida como só ela pode ser, parece nuvem, parece sombra, parece chuva, que no fim, no fim mesmo, esconde um arco-íris de esperança.
É ela que faz o mundo girar, se dependesse de nós, reles humanos, a Terra seria quadrada, estática, acomodada.
Primeiro vem a promessa, de que um dia, tudo mudará, depois vem a mudança, pouco a pouco mas ela chega, carregada pelos suspiros e sonhos sussurrados ao vento, e por fim, chega aquela, esplendorosa e impactante, a evolução, que faz surgir novos suspiros e sonhos de serem como ele, o ser evoluído, e assim, nesse ciclo vicioso, o mundo gira, sem parar, desesperado por uma mudança, como um selvagem preso nas correntes de seu próprio pensamento primitivo, preconceituoso, petrificado e enclausurado, o louco em sua forma mais pura, que procura uma chance, só uma, de quebrar suas correntes e fugir, desesperado, a procura de um novo mundo, mais claro, mais limpo, melhor.
Não digo que mudei, longe disso, mas eu quero, do fundo do meu ser, e quem sabe não é essa vontade que me libertará de meus preconceitos e medos, dessa minha gula pelo estável, dessa minha hipocrisia solúvel?
The world keep on changing...why shouldn't I?
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Dream On
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Heaven in earth...
Um dia abri os olhos, e percebi que...
Uma paz havia se espalhado pelo meu corpo, estava tranquila, anestesiada.
O local onde repousara me era estranho, branco, sabe?
E completamente iluminado.
E foi aí que eu notei que vestia uma camisola totalmente branca, estava descalça.
Uma leve brisa soprava em minha face.
Ao longe, o cheiro de rosas.
Ao longe, uma música, tão bela quanto poderia ser.
Então um homem, vestido de branco, mais belo que todos que já havia visto, chegou por entre a luz, atrás de mim, e me abraçou, tão forte, que toda a sensação de medo se foi.
Sorria, sem ter nada a dizer.
Seu cheiro me acalmava.
Seus belos olhos azuis me observavam.
Seus cabelos loiros me alcançavam.
Então um buraco se abriu no chão e aí sim, eu realmente me vi em casa.
Um local negro, escuro, com cheiro de madeira queimada.
A mesma brisa soprava por ali.
Ao fundo, Hells Bells.
Clássico.
Eu vestia as mesmas roupas de sempre.
Minha calça preta, minha camiseta preta, minha bota preta.
Então um homem, vestido de preto, chegou por entre a escuridão, por trás de mim, e me beijou.
Seu cheiro me excitava.
Seus olhos pretos me observavam.
Seus cabelos, uma poça de escuridão.
Perfeito.
Sussurrava palavras em meu ouvido.
Cada vez mais eu sorria.
Estava em casa.
Quando a música acabou, adivinha qual começou?
The Number Of The Beast, óbvio.
Eu me sentia em casa.
Mas então acordei, e percebi que nada se passara de um pesadelo.
Um pesadelo que havia se tornado no mais belo dos sonhos.
Então, Puf!
Um dia ainda espero que esse sonho retorne.
Mas, dessa vez espero que ele comece à partir da escuridão.
Hell Ain't A Bad Place To Be
Uma paz havia se espalhado pelo meu corpo, estava tranquila, anestesiada.
O local onde repousara me era estranho, branco, sabe?
E completamente iluminado.
E foi aí que eu notei que vestia uma camisola totalmente branca, estava descalça.
Uma leve brisa soprava em minha face.
Ao longe, o cheiro de rosas.
Ao longe, uma música, tão bela quanto poderia ser.
Então um homem, vestido de branco, mais belo que todos que já havia visto, chegou por entre a luz, atrás de mim, e me abraçou, tão forte, que toda a sensação de medo se foi.
Sorria, sem ter nada a dizer.
Seu cheiro me acalmava.
Seus belos olhos azuis me observavam.
Seus cabelos loiros me alcançavam.
Então um buraco se abriu no chão e aí sim, eu realmente me vi em casa.
Um local negro, escuro, com cheiro de madeira queimada.
A mesma brisa soprava por ali.
Ao fundo, Hells Bells.
Clássico.
Eu vestia as mesmas roupas de sempre.
Minha calça preta, minha camiseta preta, minha bota preta.
Então um homem, vestido de preto, chegou por entre a escuridão, por trás de mim, e me beijou.
Seu cheiro me excitava.
Seus olhos pretos me observavam.
Seus cabelos, uma poça de escuridão.
Perfeito.
Sussurrava palavras em meu ouvido.
Cada vez mais eu sorria.
Estava em casa.
Quando a música acabou, adivinha qual começou?
The Number Of The Beast, óbvio.
Eu me sentia em casa.
Mas então acordei, e percebi que nada se passara de um pesadelo.
Um pesadelo que havia se tornado no mais belo dos sonhos.
Então, Puf!
Um dia ainda espero que esse sonho retorne.
Mas, dessa vez espero que ele comece à partir da escuridão.
Hell Ain't A Bad Place To Be
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